sexta-feira, outubro 16

Azulejos que comunicam!



Basta uma canetinha própria e uma filha que saiba desenhar (no meu caso, que não desenho nem uma casinha).
Pode-se fazer hieróglifos modernos, inclusive, por toda a parede de azulejos, contar a história da família, da reforma da casa, das maluquices que passam pela sua cabeça...

Uma palavra rápida: Súbita

Repentina, inesperada, pronta. Súbita.
Idéia súbita - Genial
Morte súbita - instantânea
Afeição súbita - espontânea
Fome súbita - imprevisível
Felicidade súbita - livre!
Susto, súbito, sem preparação, ensaio, adequação, manipulação.
Uma verdadeira anarquia!
Tem gente que gosta, tem gente que se irrita, e tem quem morra de medo.
Eu gosto da emoção que causa, às vezes irrito - já que penso que comando tudo - e morro de medo. É a vida. Subitamente, foi isso que me veio à cabeça. Flashes súbitos de uma vida que obedece ao regime do tempo, nada súbito, completamente disciplinado e programado. Contradição? que nada, uma parceria perfeita. A balança é que está mal calibrada. Dá para consertar.

quarta-feira, outubro 7

domingo, setembro 20

E falando em ninho vazio...



... levei um baita susto com esse rostinho dentro da jarra com água... tudo bem que está retorcido, mas faltou um nadinha pra eu acreditar que era uma "visão" ...rs... casa vazia, cabeça também. Está na hora de comprar as tintas e pintar tudo de novo!

quarta-feira, setembro 16

Eu ando assim, que nem o Fluminense.

Tenho uma torcida fiel, uma sede num lugar legal, toda semana uma chance, mas cada vez mais perto da degola.
Acho que o problema é com a formação do time; O gandula está cansado de ir buscar as bolas fora e está prestes a isolar pra bem longe.
Uma caixinha de surpresas... é preciso ter coração e muita perseverança! (bela palavra).
Flu, eu ainda acredito em você e em mim.

Meu ninho está ficando vazio...

... mas outro ninho está ficando bem cheio... de brinquedos. Nada de móveis por enquanto.
Esse é o ap do mais novo casal da vizinhança (parte dele, a que já está habitada). Devo confessar que sentí uma alegria malvada ao ver toda essa bagulhada (fofinha) se despedindo do meu lotado ap. Agora ele está assim, como quem perdeu alguns quilos... leve, clean, estranho pra quem olha, mas a gente logo acostuma. Até com a falta (a bagunça) que a filha faz.
E que sejam felizes entre as bonecas e coleções de isqueiros (e que tirem o pó de tudo)! É o que desejo!




segunda-feira, agosto 24

Não tem gaveta pra guardar pano de prato?


Faz assim então, enrola todos (bem bonitinhos, não como eu, de qualquer jeito) e coloca no maior pote de mantimentos, aquele de plástico, da loja de 1,99. Na boa, quem é que usa um pote desse tamanho num sala e quarto? Se eu comprasse isso tudo de arroz, tinha que deixar o cachorro na portaria pra liberar espaço. E como prefiro o cachorro porque ele engorda menos, vale o plano B para o pote.

Nunca mais, é o meu lema!


Hoje experimentei pela primeira vez a vontade de nunca mais ver noticiário de TV. Um milhão de repetições do acidente com o cavalo na Av. Brasil. Uma supermatéria, coisa rara digna de uma manchete, um cavalo, um atropelamento, um pouco da irresponsabilidade do homem que quer o cavalo mas não cuida e deixa solto, acreditando que o cavalo vai ter o bom senso que ele próprio não tem. Dá nisso, sempre deu. Repetir o vídeo dezenas de vezes é o que me faz desacreditar do papel do jornalismo, da informação. Informar repetidamente é diferente de contribuir para a educação da população. Fazer do episódio triste a maior manchete do dia é muita falta de assunto. Assunto que venda audiência. Os melhores assuntos, em exposição aleatória: tragédia, escândalo, morte de celebridade. Assiste quem quer, não é mesmo?
Minhas fichas sempre demoram a cair, mas, como diz o ditado: água mole em pedra dura tanto bate até que a água acaba. Meu interesse por notícias, secou. E se eu voltar atrás como fazem as V.Exas, que cresçam as minhas orelhas.

quinta-feira, agosto 20

Sem paredes para quadros


Ou melhor, todos os quadros do mundo, pela janela.
www.apartmenttherapy.com

E por falar em histeria...

Acordei febril e com a garganta arranhando. A essa altura, já produzi um lote inteiro de sintomas, só não perdí os sentidos porque não faz sentido adormecer essa histeria. Afinal, a gente se apega, se dedica. Cabeça é um troço que não tem freio.
Aguardo sentada a evolução da coisa toda. Ou não - muitas contas para pagar.

segunda-feira, agosto 17

Brigit Escargot



Brigit, nossa saudosa lesminha de estimação - adotada, com consentimento, de um terrário de biologia- viveu pelos vasos da nossa janela por quase dois anos. Uma fofa, adorava conversar e se mostrar. Era capaz de matar por uma cereja.
Acredite quem quiser, mas eu me apeguei. Até a gosma na janela eu limpei.
Por esse minúsculo apartamento já passou um peixinho beta "Adolfo", um passarinho em recuperação "Anastácia", uma legião de largatixas e reina soberano até o hoje o nosso vira latas "Frederico". Mas Brigit foi realmente inesquecível. De coisa asquerosa ela virou bichim mamãe em poucos dias. A danada era charmosa e sabia como conquistar.
Pois é, o feio e nojento é muito relativo. Depende!

Emoções Óbvias


Tenho aprendido mais coisas em um único mês de agosto, do que nas dezenas de verões ensolarados que já viví, e, agora, ao me perguntar como isso aconteceu, penso que compreendí uma milésima parte da imensa sabedoria da vida, que só permite que se perceba toda a exuberância quando cortamos as correntes das emoções e deixamos que corram livres pelos caminhos não tão livres da nossa alma.
É certo que, para um monte de gente isso é o óbvio. Então eu sou lerda mesmo. Mas, pensando bem, quem me garante que é óbvio mesmo?
Óbvio pra mim agora é estar tão extasiada de emoções que, meia dúzia de folhas secas de amendoeira no chão já provocam um sentido diferente.
Sei não, será isso uma histeria emocional? Alguém me sacode, por favor?

quarta-feira, agosto 5

Inverno tenebroso


Alergia, psoríare, a mais terrível e longa TPM, unhas fracas, balança congelada, conta virada, cara de cansada e medo de pegar a gripe A.
Mas tudo bem, eu poderia estar por aí roubando, vendendo favores, chamando todo mundo de V.Exa...e sendo chamada também.

Dome Home, uma nova proposta!






Sempre os japoneses! Construções em formato de iglu, resistentes (até a terremotos), baratas, iluminadas, duráveis e lindas!Com a cara do freguês.
via: apartmenttherapy.com

terça-feira, agosto 4

Bichos fofos e preguiçosos




Um casal feliz, curtindo e relaxando.

Se V.Exa. me permite...


Um pronome de tratamento como este não deveria ser usado nas circunstâncias que tão pateticamente estamos presenciando, mas parece que é uma prática normal nas rodas do poder (eu não sabia, juro, que é preciso chamar o fdp mais fdp que o outro de V.Exa.)
O V.Exa. de agora me faz lembrar da época de colégio, quando a gente queria xingar alguém mas não podia falar palavrão na frente do inspetor. E alguém disparava um: a "Bonita" do bloco E... leia-se: todas as porcarias do mundo.
Mas tudo bem, agora V.Exa. é o que há. Os caras se ofendem, jogam bosta pra todo lado - inclusive na cara da gente - fazem picuinha, contam mentirinha, perdem a linha... mas sempre com o respeitoso pronome para tratar os coleguinhas.
De agora em diante, todos os meus desafetos serão tratados por V.Exa.
Alguns, com direito ao "olhar", se V.Exa. me permite.

quarta-feira, julho 29

O dia de hoje!


O dia de hoje está tenso, enigmático, está me escondendo algo. Da janela vem um barulho nada agradável,(mais) uma obra que não acaba nunca. Pelos decibéis que minha audição apreende, já conseguiram cortar 80% das vigas do edifício. Estou aguardando os estalos para chamar a defesa civil e já defini o triângulo de segurança para fazer de abrigo.
Lá fora, um dia excepcional. Lindo de querer sair correndo, mas está tenso, eu estou tensa, aguardando... qualquer estalo, menos o das vigas, melhor que fiquem íntegras, mas, sinceramente, o barulho não contribui, não passa esperança.
Gente, quem sabia que: às 12:34:56 do dia 7/8/9 teremos uma sequencia perfeita de 1 a 9? Recebí isso por e-mail hoje, e, ao invés de achar bacana, fiquei tensa.
O dia de hoje está esquisito, definitivamente.
Aí o acupunturista pergunta: - E como estão as coisas? - Tudo tranquilinho, doutor. Acho que estou beeeem melhor. E ele: - É, mas essas manchas vermelhas no seu rosto não são psoríase? Isso é tensão, ansiedade. E eu: - É doutor? Mas eu estou me achando tão serena... Até o bruxismo melhorou, já não insisto mais em cortar o aparelho com os dentes.. E ele rí,me espeta e dá tchau, porque sabe que é um processo lento, essa coisa de se enxergar. Melhor mesmo começar pelo dia, pelas vigas, pela alta tensão.
Muita calma no dia de hoje! É uma longa estrada, muitas vigas, muitos caminhos.

sábado, julho 25

Da série: Doces firulas

Para uma pessoa prática e despachada como eu acho que sou, estender um pano de prato (limpinho) na grama (limpinha???) e tirar da sacola as comidas e bebidinhas, comer tudo com guardanapo e beber em copo descartável sem nenhum contratempo já é um piquenique fantástico. Pra que mais? Para ficar perfeito, basta não ter formigas e/ou bichos rasteiros no cenário escolhido.
Mas não, as pessoas não se conformam apenas com o pano de prato (limpinho, bordado)e os guardanapos de papel.
Essa maletinha que hoje mora no meu ap (num local privilegiado, diga-se de passagem), chegou derrubando todas as minhas produções, colocando meu pano de prato no seu devido lugar, me fazendo refletir sobre a proposta de um piquenique. Confesso que estou fascinada com essa firulinha, apesar de ainda não ter feito o test drive.


Ventos de mudança chegando...


O de sempre: quando a gente pensa que a paradeira vai se instalar, vem um vento forte e revira tudo, ainda bem!
Como cantaria Oswaldo: Que o vento da alegria responda depressa que SIM!

quinta-feira, julho 23

Tá de graça, Maria?

Maria é sorridente acima de tudo.
Maria aguarda o futuro com um sorriso bonito.
Maria, vida dura, dia a dia.
Maria sorrí, se rí, e leva a vida.
Engana o não com um sorriso sim.
Maria, quando o choro vem, o que te consola? uma risada escancarada.
Que seria de Maria, se parasse de sorrir?
Afinal, qual é a graça, Maria ?
Quem é sem graça fica cheio; E, Maria, pára de graça!

Coisa fina!


Um VAZU, cheio de arrudas, assim fazendo pose pra foto, parece até um vaso comum.
Mas não, trata-se de um vaso de polietileno, fino como uma folha de papel, e, só toma forma quando a gente adiciona água. Como eu disse, coisa fina. Garanto que não quebra
na mudança.

sexta-feira, julho 17

Bagagem profissional






















Trunk Station, a gente trabalha onde quiser, é só arrastar a "mala". No meu caso, complica, pois se esse conteiner entrar, ficarei do lado de fora. Neste ap não há
espaço para duas malas.

segunda-feira, julho 13

Sobre melhores amigos

" Minha meta é ser uma pessoa tão boa quanto meu cão acredita que eu seja."

(essa frase não é minha, é emprestada).

domingo, julho 12

Vai uma balinha de leite?

Eu quero um baleiro desse, provavelmente pra colocar na minha cabeça, mas eu quero!!

RC50 - Recordações em Detalhes

Finalizei a semana resmungando a todo instante que não aguentava mais essa volúpia de reportagens, comerciais e manifestações sobre os 50 anos de carreira do Roberto Carlos. Estava desenvolvendo um tique nervoso cada vez que escutava "é preciso saber viver" (e foram umas 12 milhões de vezes, contando por baixo). Enfim uma overdose não autorizada de Roberto Carlos.
Mas, como toda mulher de 40 que nasceu e cresceu ouvindo RC, eu olhava de rabo de olho pra ele e pensava: A gente se conhece há tanto tempo...
Em homenagem a essa "amizade antiga", assistí ao Globo Reporter, na sexta. Todinho. Gostei mas mantive uma distância estratégica.
Aí chegou ontem, o dia do show... a novela quase acabando e... -Mãe, você vai ver o show???? Você não falou que não aguenta mais? (filha carrasca, não me deixa tirar uma onda).
-Ah, eu vou assistir só um pouquinho... Daqui há pouco a gente muda, tá?
- Mãe, você sabe as letras inteirinhas!
- Que cara é essa? Tá chorando, mãe?
- Que chorando o que? Estou é reparando que ele tá colando as letras, ele esqueceu tudo.
- Muitas lembranças?
- E quantas, minha filha. Mais do que eu mereço, "pode crer".
Um mês inteirinho de implicância com ele e agora, olha só, toda emocionada, assistindo a um desfile de lembranças da minha (tão distante) infância. A casa onde morava, o toca discos que não tinha descanso aos domingos, os vizinhos, os natais, meu pai querido, muita saudade, muita vontade de dar um pulinho lá...
Roberto sabe do que eu estou sentindo. Ele foi a trilha sonora de toda essa vida. Ele sabia até como acalmar minha mãe. Ela que guardava os discos com todo o cuidado. E não tinha nenhum problema em repetir 100 vezes o mesmo LP no domingo. Ela não quis ver o show pela TV. Penso que ela já sabia o que poderia provocar. E minha mãe não é dada a emoções, ela prefere uma boa noite de sono.
Sono que demorou uma vida ontem para chegar. Uma vida inteira. Obrigada Roberto Carlos, por trazer lembranças tão queridas. Obrigada, meu Rei.

sexta-feira, julho 10

Oh céus, dá-me um sol!

Ilustração: Lois Manno

Apartamento pequeno, de fundos, silencioso, fresquinho e... nada de sol. Uma réstia... na janela do banheiro, já postei isso num lindo dia ensolarado. Mas para a horta dos meus sonhos, verduras orgânicas, pimenteiras e ervas aromáticas, ele fica devendo. O sol? Não o edifício, tadinho, quase engolido pelos grandões que confiscam os raios de sol e nos condenam à sombra (e a todos os amigos dela, principalmente o Sr. Mofo, um cara inconveniente que insiste em se instalar no meu pedaço. Haja giz, cânfora, vinagre e reza forte para esse cavalheiro se retirar).
Eu, pessoa de alma agitada e levemente perturbada, não conformada com a eterna penumbra, estudo um jeito de cultivar minha porção de natureza doméstica, só que agora uma dúvida me devora: Tento driblar esse gigantesco guarda sol de concreto com uma engenhoca cheia de lâmpadas especiais para finalmente poder colher meus vegetais, ou largo tudo isso de mão e me refastelo no hortifruti como se fosse a minha própria colheita? Afinal, para chegar à auto sustentabilidade orgânica, sacrificarei alguns watts de energia elétrica. Aí, me dá uma luz?

segunda-feira, julho 6

Prenda de festa junina


Como não saberia fazer nem o lacinho, valorizo!
Minha única prenda deste ano, veio com mais
4 mini esfihas e, de longe, foi o melhor ítem do
"combo".

Pode me explicar como se eu tivesse 4 anos?


Coisas que não compreendo:


Tendência... xadrez no inverno (santa toalha de mesa original!)


Repaginada... (ah tá, obrigada... recadernada, reblocada, repautada.)


Intimista... (suspiros profundos e constantes)


Despojado... (desapossado? despido? roubado? saqueado?)


Hype...vibe... (valha-me!)

domingo, julho 5

segunda-feira, junho 29

Quero fazer um texto assim:

Esse eu recebí por e-mail agora há pouco e, apesar de não ser o meu assunto predileto, adorei a inversão do sentido, ao ler de baixo para cima (é, tem coisas que todo mundo conhece há décadas e eu acho que é novidade... normal).
O que importa é que vou esforçar para escrever um texto assim; me faz pensar em códigos secretos, mensagens subliminares, toda essa comunicação truncada que a gente adora desvendar.
Aí vai a fonte de inspiração:

"ANTES DA POSSE
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais. para alcançar os nossos ideais, mostraremos que é uma grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que a justiça social será o alvo da nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que se possa governar com as manchas da velha política. Quando assumirmos o poder,faremos tudo para que se termine com os marajás e as negociatas. Não permitiremos de nenhum modo que as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que os recursos económicos do país se esgotem. Exerceremos o poder até que compreendam que somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA."

Faz sentido.... duplamente.

Uma idéia a ser considerada!

Quem sofre da síndrome de "espaço ridiculamente minúsculo", há de pensar nessa possibilidade:


Uma criação japonesa, provavelmente para a sala de jantar dos ultra micro aps ...Taí, lá meu quarto e sala ía ser um luxo! E vamos evitar os trocadilhos sobre coisas pequenas no Japão. Quantas grandes idéias!

domingo, junho 28

Mais bolinhas no planeta Quarto e Sala




Para homenagear minha amiga Monnah, criadora de lindos mimos. Esse foi meu presente, além da sua amizade, que, definitivamente não cabe nesse potinho.

sábado, junho 27

Dieta, você também vai sucumbir!


Quando a pessoa não está de dieta, acontece de não "ter vontade" de algo... -Ah, hoje não estou a fim; -obrigada, prefiro uma ameixa... a pequena, isso.
Mas... deixa a pessoa começar na dieta!!! Declara, pessoa, que entrou na dieta! A fome do mundo vem com tudo, temperada e caprichada, para tornar cada refeição uma prova de resistência. Não tem porção decente que satisfaça uma pessoa em "estado de dieta". Eu, pesssoa, fico até com fraqueza, imunidade baixa, depressão, obsessão ... por um pastel, pão de queijo, goiabada, feijoada...
Como é que eu-pessoa em dieta consegue enganar as células histéricas que logo armam uma rebelião, crendo que tudo é um plano diabólico para dizimá-las? Como explicar para essas minúsculas partes de mim- pessoa, que o alvo são as inimigas gorduras? Adianta mostrar que o fecho da calça está quase explodindo? E comparar com aquela foto de quando tinha 12 anos e só roía unha e dava a comida escondido pro cachorro (gordo)?
Eu, a pessoa que vive hoje a experiência de redução (drástica, na minha opinião) calórica, resolví rebatizar o nome do procedimento (de trás para frente A-T-E-I-D), pois o problema está no nome, tenho certeza. De agora em diante, entusiasmadamente, faço DESABASTECIMENTO GRADUAL.
Só para me despedir, hoje teve cachorro quente, cervejinha e bolo de chocolate... mas o cafezinho, eu recusei, porque sou uma pessoa forte!

Da série: Quantas caixinhas cabem em uma casinha?

Essa foi embalagem de um presente fofo , e, definitivamente não vai para a "comunidade dos sacos, sacolas, papéis e caixinhas que a gente entulha depois de aniversário". É querida demais para morar dentro de um armário. E nem foi meu presente, mas eu confisquei ... .o)))

sexta-feira, junho 26

Jardim de banheiro, no inverno



A vista de dentro do box...o dia só começando, água quentinha e flores na janela...


... Outro ângulo, céu nublado, elas viram uma cortina viva para garantir privacidade...


... Desse ângulo, tão pequeno quanto a casa, mas muito querido, o meu jardim...de inverno no banheiro, de banheiro no inverno.


quinta-feira, junho 25

Síndrome de Realidade


Ih, você tem que se cuidar, senão isso vira síndrome do pânico! Isso virou marchinha de carnaval na minha vida!! alalaôôô...
Gente, basta eu confessar que tenho medo dos absurdos que acontecem no Rio que logo me olham como se eu fosse uma hiena em convulsão! Tenho pensado muito nisso, tentando entender o que as pessoas andam vivendo por aquí. A gente vê o Jornal Nacional, todo mundo consternado - só falta a gente dar as mãos pra ouvir as notícias mais "amparados", entrelaçados - mas quando eu abro a boca (cala a boca, Emilia, mulher pessimista) pra falar que tenho muitas reservas quanto a sair a noite, andar pelas ruas e passar pelos túneis e tudo mais.. ohhhh.. mulher histérica, mania de perseguição, síndrome do pânico! Não tô entendendo mais nada. Acontece com os outros só pra ter notícia pra Fatima e William? Não pode acontecer com a gente? Somos os escolhidos para ter o manto invisível e nenhum malfeitor há de nos avistar?
Ai, tô cansada, muito cansada de ficar alerta. E mesmo alerta levaram meus documentos e uns trocadinhos. Com os documentos, já fizeram uma festinha.. só que quem tem que correr pra apagar os foguinhos das velas, sou eu! Delegacia, serasa, spc, cdl, loja que vendeu pra mim mas mim não sou eu... E quando eu digo que tá difícil... - Ai, a coitada, outra convulsão... vai ficar neurótica, psicótica.
Eu fui criada brincando na rua, de pique bandeira, amarelinha, queimada...Nossas janelas ficavam abertas no verão, a gente deixava o portão aberto pros vizinhos entrarem sem bater. Não dá pra achar natural a vida que acontece agora. É contra tudo, e o que me deixa mais enlouquecida (só pra dar razão a quem me acha uma hiena convulsionária), é esse comportamento que insistimos em repetir, de só dar a devida importância às coisas sociais quando elas nos marretam. Tá, não aconteceu comigo, então não existe. Bacana, bem solidário o pensamento. Aconteceu comigo!! Ai, que horror! Vamos nos juntar, fazer passeata, basta!
Se gentileza gera gentileza, no barato, solidariedade deveria potencializar solidariedade. Ou então, se não dá pra fazer nada, deixa eu sentir meu medo em paz! Sou tola, mas sou de verdade... meu cpf não, é fake.
Só pra esclarecer: Eu também acho o Rio de Janeiro lindo, mas agora, só nos postais... virtuais.

Miniatura Ninja, cuidado comigo!


O que a filha tem de habilidade, a mãe, de mau jeito; uma mão canhota e nervosa que derruba e quebra tudo ao seu alcance. Para ilustrar o pensamento, saiu essa foto. A tartaruguinha de 1 cm em biscuit, obra da herdeira do sala e quarto, e a xícara marcada para se espatifar, em um daqueles dias de tpm ou com a chegada do extrato bancário "para simples conferência" (e complexo mau humor). Curioso, né? Uma pessoa cria uma pecinha tão delicada e a outra é praticamente um rolo compressor. Deu erro no DNA.